Sabemos que desde a abertura de uma empresa no Brasil, ela está obrigada ao pagamento de impostos, taxas e contribuições.
Para que a empresa prospere e tenha uma boa saúde financeira, é necessário um PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO adequado para definir qual a melhor opção para cada empresa e desta forma indicar o melhor regime para apuração de seus impostos visando a redução da carga tributária e legalidade dessa opção.
Atualmente os regimes mais utilizados são o Simples Nacional, o Lucro Presumido e o Lucro Real.

No SIMPLES NACIONAL, a empresa recolhe uma única guia correspondendo a todos seus impostos (PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, IPI, INSS, ICMS e ISS) calculada sobre o faturamento. Quando falamos em LUCRO PRESUMIDO, para cada um dos impostos elencados anteriormente, deverá ser emitida uma guia pois o recolhimento é individualizado e o imposto calculado sobre o faturamento. No LUCRO REAL também são emitidas guias individualizadas, porém o imposto é calculado sobre a diferença entre saídas deduzidas as entradas e despesas dedutíveis para efetuar o cálculo dos impostos.

Para saber qual a melhor opção para a empresa, são necessárias, inicialmente, algumas informações, tais como faturamento, produtos, segmento de atuação, custos, quantidade de funcionários empregados no processo e despesas aplicadas no desenvolvimento da atividade. De posse dessas informações, um bom profissional contábil consegue definir a melhor estratégia para o seu cliente.

As empresas em constituição devem optar pelo regime tributário ao final das etapas de abertura, nas empresas em operação, o prazo para definição, salvo estratégias tributárias, é sempre ao início de cada ano.

A melhor opção depende de muito estudo e planejamento, por esse motivo é necessário que a empresa inicie esse trabalho no início do quarto trimestre de cada ano, pois serão necessárias adequações e estas necessitam de tempo para serem implementadas.

Texto produzido por:
Luciano Beltrão, Diretor Tributário da Time Control Contabilidade.

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